Político não basta ser tem que parecer.

Houve um tempo de controle da virgindade das jovens que era ofício e dever paterno de magna importância evitar a que as mocinhas perdessem o hoje e o antes vulgarmente chamado cabaço, pois era uma desmoralização para a família. Perdido o dito a mocinha somente voltava para casa e era recebida a partir de novos dotes que fizessem esquecer os pecadilhos do passado. Precisava de um marido de posse ou detentor de dotes sem de ter de dar boa explicação, como um amante generosos no parlamento, com posses maiores de que de uma maioria possível aos candidatos do pedaço.

Nos antanhos, uma velha categoria de gente somente conhecida pelo fato que atuava com desonestidade era político, havendo alguns deles momentaneamente honesto, mas no geral eram qualificados sempre simplesmente de ladrões, pois era o denominação mesmo mais aceitável entre eles. Para ser ladrão não precisa parecer ladrão, mas bastava ser politico, igual a mulher de César. É o que nos ocorre no cenário atual da política brasileira há sempre um ladrão político ou um político ladrão preso todos os dias e dois amarados para ser preso no dia seguinte. É pouca cadeia para tanto ladrão solto.

Ocorre-me que aquela história de uma matéria que fui fazer sobre as eleições no interior e lá chegando foi informando na primeira bodega que havia três candidatos um gay, um corno e um ladrão. Dali me dirigi a feira no centro da cidade indaguei sobre os pretendentes à prefeitura. Um dos presente foi longo se anunciado como: Sou o ladrão! Renunciou a candidatura de gay e do corno, aliás como ocorre na política nacional, embora político adora acumular cargo e funções.

Nos acontecimentos recentes, os bandidos que saíram pela tangente quando perceberam que o mar ia pegar fogo certo que escapariam ou estacariam menos visíveis longos dos holofotes não necessariamente vão escapar, que o diga Henrique Eduardo Alves, Sergio Machado, entre outros, que estão na alça de mira e poderão ser alcançados a qualquer momento. O Rodoanel gera extrema e desagradável coceira a inviabilizar as noites de sono de Geraldo Alkimin e José Serra, nada indicando que depois o festival de processos criminais der uma trégua em Brasília desça em direção a pauliceia desvairada deixando seus gestores entregues a outros afazeres de que abrir franquias da Cracolândia, na maior cidade do país.

É preciso lembrar que em cada grande obra de Brasília um empreiteiro embolsou milhões e até bilhões de reais ilegalmente com superfaturamente. Também, é preciso ser devidamente examinada antes que se chegue ao decurso do prazo e outros mecanismos geradores da impunidade pela inércia. Aqui no Brasil, furtaram estações do metrô e ninguém viu e nada aconteceu com a simples alegação de que o projeto foi alterado por necessidade técnica com alguns ficando com os milhões que iriam para o empreendimento e nada acontecendo, a não ser o riso de deboche de José Roberto Arruda.

O Judiciário deve olhar para o próprio umbigo a fim de não ser acharcado pelas grandes mídias que fazem e acontecem neste país, recebendo hoje milhões de reais de verbas publicitárias de programas, cuja audiência faliu por não mais haver interesses maior pelos antigos meios, hoje substituído por smartphones, tablets, entre outros, especialmente como é o caso da televisão e rádio. Cobrar publicidade de jornal com tiragem insignificante, como se fosse a mesma de vinte anos atras é um furto, afinal a Folha de São Paulo tinha tiragem de um milhão e meio de exemplares e hoje mal passa de dez por cento disto. A malandragem é de todos os veículos de imprensa e comunicação de massa, que não olham para a sua própria roubalheira como se enfiar a mão nos cofres públicos só fosse desonesto quando a empresa não serve a comunicação de massa.

O Tribunal Superior Eleitoral paga por anúncios valores superiores a vinte vezes o real em decorrência da perda de audiência das empresas em decorrência do fenômeno da internet que substitui os veículos tradicionais por outros mais modernos, como outras instituições públicas.

Sobre elciaslustosa

Redator político dos jornais de maior circulação do país há cerca de cinquenta anos, trabalhando como jornalista profissional e comentarista de assuntos políticos e econômicos. Desenvolveu também atividade de promoção de eventos com empresas de sua propriedades ao longo da vida.
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